CAPÍTULO 1 - O Começo e o AC30

1957

A empresa inglesa Jennings Musical Industries (JMI) começa a produzir nesse ano, com o nome “Vox”. Liderada por Tom Jennings e Dick Denney, a empresa logo mostrou que seria uma das mais influentes na indústria de instrumentos musicais da época. Em meados dos anos 60, ela já era um dos maiores fabricantes e distribuidores de amplificadores do mundo! Como a maioria dos principais grupos britânicos usava os amplificadores da marca VOX, a empresa nem precisou empregar muita energia para convencer os músicos de que VOX era a principal opção da época.

1958

É apresentado o combo de 15 Watts Vox AC 15. Este amplificador usava duas válvulas EL84 em um projeto de circuito Classe A. Possuía dois canais, Normal e Tremolo. Inicialmente foi usado um falante Goodmans Audion anos 60, de 12”, que foi logo substituído pelo novo falante Celestion Silver G12, de 15 Watts. O AC 15 foi seguido por dois outros modelos, o AC4 e o AC10.

1959

O AC30/4, virtualmente um AC15 duplo com transformadores duais, foi introduzido. Inicialmente foi usada na seção de controle uma versão alongada do painel superior do AC15, em dourado sobre preto, que depois foi substituída pela cor “vermelho cobre” mais familiar. O amplificador era coberto com Vynide, e tinha um painel frontal bipartido, com um logo em peça única na seção superior recoberta em vinil. Embora os primeiros AC30 tivessem sido construídos em 1959, os amplificadores não foram amplamente distribuídos antes de meados de 1960.

1960 - AC30/6

No final de 1960, um terceiro canal foi acrescentado ao AC30, chamado “Brilliant”. Os alto falantes Celestion também foram aperfeiçoados para a aplicação, e o ímã nu original Alcomax recebeu uma blindagem, com o cone sendo pintado em celulose azul escuro. Este foi chamado de Vox 12, mas tornou-se conhecido como o alto falante “Bulldog” ou “Azul”.

1961

É apresentado o Top-Boost. Este subconjunto instalado por trás da unidade consistia de um amplificador de tom extra com triodos gêmeos (ECC83) construído sobre uma placa em “L”, que era instalada na parte de trás de um AC30/6 standard. Esta modificação acrescentava controles de graves e agudos ao canal Brilliant, além de um ganho extra de sinal.

1962

Os AC30 foram produzidos com acabamento em Vynide preto ou branco em 1962. Ferragens personalizadas com o logo “Vox” começaram a ser acrescentadas em 1962, especialmente alças e aberturas de ventilação reprojetadas e executadas em nylon/ plástico preto.

1963

O Vinil de cor ‘tan’ (amarelo/ marrom) foi descontinuado, e só amplificadores pretos foram produzidos. Até o final de ’63 os AC30 ainda eram fabricados com uma tela frontal marrom em “treliça” e com o painel de controle “vermelho cobre”. Foi em 1963 que se começou a instalar cantoneiras de proteção no amplificador. O opcional Top Boost, introduzido em 1961, tornou-se parte integrante do circuito, embora ocasionalmente unidades sem o Top-Boost também fossem produzidas. O controles Treble e Bass foram posicionados no painel superior, ao lado do controle Cut. O ganho adicional e o ‘swing’ excepcional dos controles de tonalidade ajudaram o AC30 Top Boost a tornar-se o som de guitarra ‘de assinatura’ dos principais grupos dos anos 60. Os amplificadores Vox são um tributo aos pioneiros dos primeiros tempos da amplificação de guitarra, bem como aos guitarristas que tanto contribuíram para o som clássico do rock dos últimos 45 anos.

CAPÍTULO DOIS – Os Anos 60 e 70

1961

São colocadas à venda as primeiras guitarras Vox, os modelos “The Stroller” e “The Clubman”. Essas guitarras de baixo custo eram produzidas para a Vox por um fabricante de móveis, e eram comparáveis a outros modelos similares da época.

1962

Não satisfeito por fazer guitarras de baixo custo que pareciam ser importadas dos Estados Unidos, Tom Jennings decide ser necessário um projeto mais original, de melhor qualidade. Após juntar-se ao fabricante italiano de guitarras EKO, que passou a fornecer os braços, surge no final de 1962 uma das guitarras Vox mais famosas. Tinha corpo trapezoidal, e era chamada Vox Phantom. Ainda em 1962, o AC30 começou a ser recoberto com vinil preto, além do vinil na cor “blonde” habitual, e os Beatles começam um longo e próspero relacionamento com a Vox, ao receberem alguns dos novos AC30.

1963

A guitarra Phantom torna-se um sucesso, sendo usada por muitos artistas famosos da época, incluindo The Dave Clark Five e The Hollies.

Final de 1963

A Vox produz a guitarra Phantom Mk III. Completamente diferente da primeira guitarra Phantom, esse instrumento mais arredondado, com formato relembrando um alaúde, torna-se rapidamente o formato de corpo de guitarra mais famoso da Vox. Logo se torna conhecida simplesmente como “a guitarra ’Teardrop’ (lágrima)”. O primeiríssimo exemplar, totalmente construído à mão, foi usado e tornado famoso por Brian Jones, membro fundador dos Rolling Stones. Guitarras semiacústicas também faziam sucesso na época, o que gerou a Vox Victor, feita no estilo da empresa Hofner, e a Vox Verithin, mais parecida com a Gibson 335. Os AC30s com acabamento em preto tornam-se muito populares nessa época, os modelos na cor “blonde” logo em seguida são descontinuados, e é lançado um novo amplificador Vox, o AC50.

1964

O sucesso das guitarras Vox causa a expansão da linha, logo havendo não só as versões de 6 cordas e um baixo de 4 cordas das séries Phantom e Teardrop, mas também versões de 12 cordas. Ainda em 1964 a Vox fabrica uma guitarra com 12 cordas e escala curta, conhecida como Guitarra “Mando”, devido aos seus atributos de bandolim. Grande parte da produção da Jennings Musical Industries nessa época consiste de órgãos eletrônicos. Antes, em 1962, o órgão Continental I havia sido lançado mas, devido à força do nome Vox, foi comercializado como Vox Continental I. A tecnologia desse órgão levou a uma das mais verdadeiras inovações da Vox na época: a “Vox Guitar Organ”, uma guitarra que continha os circuitos osciladores do órgão Vox continental. Quando as cordas eram mantidas pressionadas, o som de órgão surgia, e podia ser combinado com o som da guitarra. Dick Denny continua com sua criatividade, e logo o catálogo Vox contém a Vox Echo machine, o Vox Radio Microphone e o primeiro amplificador Vox transistorizado, o T60. Ainda, o Top Boost para o AC30, antes comercializado como um “upgrade”, é integrado definitivamente ao projeto e construção do AC30, tornando-se conhecido como AC30 Top Boost. O som do Vox Continental encontrou seu maior sucesso com o grupo The Animals, alcançando o primeiro lugar com a música “The House of the Rising Sun”. Na mesma época, podia ser ouvido em “Do Wah Diddy Diddy”, de Manfred Mann, e em “She’s Not There”, dos Zombies’. Outros modelos Vox notáveis surgidos em 1964 são a caixa acústica para baixo Foundation e o cabeçote AC100, projetado para uso com a nova caixa acústica do amplificador Beatle. Necessitando de novos investimentos, e também por temer que a era de ouro do pop tivesse vida curta, Tom Jennings procura possíveis compradores para sua empresa. Durante 1964, o Royston Group adquire uma quantidade substancial de ações da empresa. Com o sucesso dos Beatles nos Estados Unidos e a subseqüente demanda de produtos Vox pelos importadores americanos, fecha-se um acordo com a empresa Thomas Organ Company, que passa a importar os produtos Vox para os EUA. A necessidade de novas instalações para a empresa é resolvida com o apoio do Royston Group em West Street, Erith, no Reino Unido.

1965

A Thomas Organ Company começa a suplementar seus amplificadores Vox valvulados importados do Reino Unido com seus próprios modelos a transistor, feitos nos Estados Unidos, e projetados por seus laboratórios em La Sepulveda. O amplificador Super Beatle surge com uma série de recursos, como sons internos para afinação e um efeito de Reverb licenciado da Hammond. A Thomas Organ Company paga uma grande taxa de licenciamento para o Royston Group, e Jennings perde o controle da Vox nos Estados Unidos. Todos os modelos de amplificadores feitos nos EUA logo se tornam transistorizados.

1966

A Thomas Organ Company expande a linha, acrescentando ao catálogo os amplificadores das séries 4 e 7.

1967

Com a ajuda de Dick Denney, logo uma linha de amplificadores transistorizados feitos no Reino Unido é posta à venda na Inglaterra. Os modelos Conqueror (30 watts), Defiant (50 watts) e Supreme (100 watts) possuem recursos exclusivos na época, como distorção, tremolo e um Reverb Vox. Além desses, também são oferecidos três amplificadores para baixo: Dynamic (30 watts), Foundation (50 watts) e Super Foundation (100 watts). Devido ao custo dos ímãs de Alnico, o alto falante Vox Blue é retirado de linha, sendo substituído por falantes de cerâmica magnética, mais acessíveis. Quando obteve um catálogo completo de amplificadores a transistor, a Vox viu surgir entre os guitarristas o grande debate “Transistor x Válvulas”. Como a maioria dos músicos preferia o som das válvulas, a Vox começou a perder um pouco de sua reputação, devido à qualidade do seu som, agora transistorizado. O advento do Hard Rock não ajudou muito, já que lendas como Jimi Hendrix e o Cream favoreciam os amplificadores feitos pela concorrência. Nesse ano o Wah-Wah faz sua primeira aparição. Projetado para simular o som de um trumpete emudecido, o pedal Vox Wah-Wah foi um dos produtos mais inovadores e de maior sucesso da Vox. Com o controle da Vox nas mãos do Royston Group, e o controle das operações nos Estados Unidos a cargo da Thomas Organ Company, Tom Jennings se demite da empresa.

1968

Chega o baixo Bill Wyman, e o Royston Group investe pesado em outras áreas fora da indústria musical. Esses investimentos entretanto não prosperam, e alguns contratos importantes são perdidos.

1969

A Royston Industries é liquidada, e colocada nas mãos do seu principal credor. Após nove meses de incertezas, o Corinthian Bank torna-se o novo proprietário da Vox. O nome muda para Vox Sound Ltd.

1970

A Vox Sound Ltd é vendida a um consórcio formado por John Birch e George Stowe, da Stolec Electronics, e pelo Schroder Bank. A produção foi transferida para Hastings, onde alguns órgãos e o AC30 são produzidos. O AC30 incluía nessa época um reverb, sendo fabricado usando uma placa de circuito impresso. A válvula retificadora também é removida, e substituída por um dispositivo de estado sólido.

1972

CBS Arbiter, a empresa distribuidora da marca Fender no Reino Unido, fez uma oferta para comprar a Vox Sound Ltd. A aceitação da oferta por George Stowe faz com que a Vox mude de dono pela quarta vez. A produção é transferida para a fábrica Dallas Arbiter, em Shoeburyness, onde passa a produzir sua própria versão do AC30. Em um exercício de corte de custos, alguns recursos são modificados, para desagrado dos fãs do AC30. O gabinete passa a ser feito de madeira aglomerada, em vez do compensado anterior, o que acaba por torna-lo mais pesado e mais fraco. Em 1972 a Vox teve a boa sorte de fazer uma parceria com Brian May, do grupo Queen. Combinando múltiplos AC30 com um estilo de execução sem igual, a imagem de Brian May diante de uma parede de amplificadores AC30 propicia uma promoção excelente e muito necessária para a Vox. A Arbiter reintroduz os órgãos Vox, com a reedição dos modelos Continental I e Continental 300. Uma nova versão do AC50 é feita, e um novo amplificador – o V100 – é lançado, mas tem vida curta. Um mini AC30, com 2.5 watts e operando com baterias é lançado, sendo logo relançado com o nome Escort, uma versão que incluía uma tomada para uso alternativo com baterias ou ligado na rede elétrica.

1975

O Vox Escort 30 é um amplificador de 30 watts a transistor, cosmeticamente parecido com um AC30. A essa altura, a empresa oferecia uma versão a transistor do AC30, chamada AC30SS. Embora não soasse como um verdadeiro AC30 a válvula, representou na época um bom valor pelo preço.

1978

A CBS-Arbiter já tinha tido uma boa chance de reviver a marca Vox, lançando novos modelos como o amplificador AC120, pedais feitos na Itália, incluindo um Wah-Wah, além do novo Tone Bender. Mas, com o declínio da música ao vivo e a forte concorrência de outras empresas musicais, a empresa decide que era hora de vender a Vox Sound Ltd.

CAPÍTULO TRÊS - Não o Fim!

1979

Rose Morris cuidou da distribuição dos amplificadores Marshall durante os anos 70, mas um dia ficou aparente que a Marshall desejava fazer ela mesma esse serviço. Assim, Rose Morris começa a procurar outra linha de amplificadores com que trabalhar, tendo logo se tornado o novo proprietário da Vox Sound Ltd, que passa a chamar-se simplesmente Vox Ltd. A primeira grande vitória de Rose Morris é a recompra dos direitos da Vox da Thomas Organ Company. Como a empresa Rose Morris não dispunha de instalações industriais, negociou o uso exclusivo da fábrica Arbiter in Shoeburyness.

1980

Havia muito trabalho a ser feito para reviver o nome Vox, além de dificuldades de fabricação a superar, mas na British Music Fair de 1980 foi lançado o Vox V125. Esse amplificador era basicamente uma versão modificada do AC120, na forma de um cabeçote que acionava caixas acústicas de fundo aberto, com dois alto falantes de 12”. Logo surgem outros modelos, como o V125 para baixo, o combo valvulado V15, e os amplificadores Escort 50 Lead e Escort 50 Bass. Também é lançado um combo conhecido como Clímax, que utilizava um chassi de V125 modificado.

1982

A Vox reinicia a produção de guitarras. As linhas de guitarras “Custom” e “Standard”, feitas no extremo oriente, fornecem alguns dos instrumentos de melhor qualidade a exibir a marca Vox. Mais tarde, em 1985, seria lançada a guitarra White Shadow, feita na Coréia, substituindo as linhas Standard e Custom.

1984

Com ajuda externa, contratada para projetar e fabricar amplificadores, é iniciada a produção da série Vox Venue. Essa série logo passa a incluir amplificadores combo de 50 watts e 100 watts para guitarra, baixo e teclado. É produzido o modelo GT100, com uma corneta de altas freqüências, para violões acústicos. A série P.A. Venue tem vida curta, mas apresenta dois modelos, os Venue PA 120 PA 200. A série Venue foi bem recebida e usada por grupos dos anos 80, como Style Council e The Smiths.

1985

O AC30 sofre modificações de projeto, visando baixar os custos de produção. A empresa sentia que, se isso não fosse feito, o amplificador teria que ser retirado do catálogo. O projeto foi refeito usando uma placa de circuito impresso, e oferecendo um ganho menor, uma solução técnica empregada para superar problemas gerados pela falta de válvulas de boa qualidade e pelos problemas de ruído elétrico, comumente associados aos projetos que usam uma única placa de circuito impresso. Essa revisão de projeto foi feita pela Áudio Factor, mesma empresa que cuidou da produção da linha Venue.

1986

A série Venue ganha o modelo Dual 100, com dois canais selecionados por chave, para competir com os amplificadores Sessionette, fortes concorrentes na época. Novos modelos a válvula também são acrescentados, o Concert 501 e o cabeçote Concert 100, além de caixas com 4 falantes de 12 polegadas. Esses amplificadores venderam bem no mercado de exportação, e retiveram algo da aparência clássica da Vox.

1988

Rose Morris decide que o melhor caminho seria adquirir instalações próprias de fabricação. Para isso, contata uma companhia chamada Precision Electronics, que logo projeta uma nova série de amplificadores transistorizados para aVox, chamada Q-Series, e assume a fabricação do AC30.

1989

Rose Morris adquire uma grande fatia da fábrica da Precision Electronics, e contrata uma pequena equipe para construir amplificadores Vox.

1990

O AC30 sofre algumas alterações, mas desta vez para melhor. Ocorre uma tentativa de faze-lo novamente soar como um AC30 original do início dos anos 60, e uma tiragem limitada de 1000 unidades é produzida, batizada como AC30 Limited Edition. Cada amplificador dessa série tinha uma placa em metal na traseira, com o número da unidade. Essa Edição Limitada teve como endorser Dick Denney, em sua primeira associação com a marca Vox em 23 anos de carreira.

1991

Devido ao sucesso do AC30 Ltd Edition, um novo modelo do AC30 baseado no mesmo projeto é apresentado, mas com Reverb e também disponível como versão cabeçote do AC30, conhecido como AC30 Vintage. Tanto o Limited Edition quanto o Vintage possuíam falantes Celestion G12M como padrão, podendo ser também comprados opcionalmente com falante Vox Blue. Entretanto, a Celestion não produzia mais esse falante Blue, e embora se tenha tentado recriar o Vox Blue, a versão oriental mostrava diferenças perceptíveis, quando comparada com os alto- falantes Blue originais, fabricados pela Celestion.

1992

Novamente, tempos para mudança. A recessão do final dos anos 80 e a lenta recuperação no início dos anos 90 levam os diretores da Rose Morris a procurar um comprador para a empresa.

1993

A pequena fábrica da Vox em Wellingborough é fechada por razões financeiras, já que agora havia surgido a oportunidade de empregar uma empresa local para fabricar o AC30. Percebendo que o desejo dos guitarristas era o som original do AC30, seu projeto foi revertido ao original tanto quanto possível, dentro dos custos atuais de produção. Dois fatores principais para esse retorno ao som original do começo dos anos 60 foram reintroduzidos no projeto. A válvula retificadora GZ34, em desuso desde o final dos anos 60 voltou a ser usada pois, mesmo sendo um componente primitivo pelos padrões de hoje, tinha um papel fundamental na obtenção do verdadeiro som do AC30. Segundo, os alto falantes originais Blue Alnico, agora novamente produzidos pela Celestion para a Vox. Entretanto, não foi só o som original do AC30 que foi recuperado nesse novo AC30, mas também a aparência original, com o retorno do vinil tipo basketweave, e do tecido ortofônico com padrão diamante vintage. O resultado é o AC30 que você pode comprar hoje, com modificações mínimas em relação ao original, o que prova que Tom Jennings e Dick Denney estavam certos desde o começo. 1993 também vê a reintrodução do clássico pedal Vox Wah-Wah, feito conforme as especificações originais. Logo em seguida, a Vox prepara uma serie limitada do Fuzz Box “Vox Tone Bender”, com transistor de germânio.

1996

Chega o novo AC15. Baseada no AC15 original, a nova versão traz recursos mais práticos para o usuário moderno, como Reverb, Master Volume e controles de tonalidade.

1997

É lançado o amplificador de mesa AC1, funcionando com baterias. Trata-se de um mini amplificador de 1 watt, com dois falantes de 2 polegadas, no estilo do AC30.

1998

São lançados dois novos pedais, o Valve-Tone e o Distortion-Booster.

1999

O amplificador para ensaios Vox Pathfinder 15 faz sua estréia, sendo bem recebido na feira de Frankfurt, a “Musik Messe”. A série Vox Cambridge é desenvolvida para lançamento ainda em 1999.

2000

Os novos amplificadores Vox Cambridge 30 Reverb & Cambridge 30 Reverb Twin são lançados, cada um com pré-amplificador a válvula com dois canais. Na Frankfurt Musik Messe ocorre o lançamento do novo combo para baixo Vox T-25. O músico "Everlast" aparece na contracapa do catálogo VOX com um AC30.

2001

As exposições da Indústria da Música em Julho nos Estados Unidos e no Reino Unido lançam a nova e revolucionária linha Valvetronix, e os combos T60 & Pathfinder 10. A VOX se torna uma divisão da KORG Europa. O nova e revolucionária linha Valvetronix e os combos T60 e Pathfinder 10 são lançados em Julho nos EUA e no Reino Unido.

2002

Os amplificadores Vox T-15 para baixo e Pathfinder 15 e 15R são apresentados na feira Musikmesse na Alemanha. Lenny Kravitz faz o AC30 resurgir, com sua parede de combos e caixas custom.

2003

A vox lança o pedal UNION JACK WAH com uma bandeira colorida no corpo do pedal. A banda "Matchbox 20" aparece em um anúncio com um VOX AC30.

2004

A relação da VOX com o guitarrista Brian May (Queen) se estreita quando o amplificador VBM-1 BRIAN MAY é lançado. A VOX lança o AC30 "Handwired" em cabeçote e combo, ambos aclamados pela crítica. Os combos portáteis Pathfinder 10, 15 e 15R são reintroduzidos. Artistas famosos entre os jovens começam a querer VOX, quando grupos como Primus, Train e Our Lady Peace entram pro time VOX.

2005

A VOX estabelece seu escritório na Inglaterra. O Tonelab é lançado, oferecendo o inovador Valve Reactor VOX e o modelador de efeitos Valvetronix em um processador portátil de mesa. A VOX introduz a tecnologia COOLTRON e lança a primeira linha de pedais alimentados por bateria que incluem válvula. A nova linha de amplificadores Valvetronix CHROME SERIES é lançada, com design diferenciado, som com "pegada" e modelação sem igual. A VOX muda sua linha de produção para a China e o AC30 Custom Classic é introduzido. A popularidade da VOX aumenta cada vez mais e artistas como Meredith Brooks, Simple Plan e Slipnot são endorsers dos amps AC30 e Valvetronix.

2006

O guitarrista Brian May declara que o Queen está de volta em estúdio para gravação. A formação Queen + Paul Rodgers inclui Brian May, Roger Taylor e Paul Rodgers - o criador e vocalista da banda Free. O amplificador portátil DA5 é lançado e posteriormente inclui uma série de cores diferentes, como vermelho, rosa e verde. A popularidade da VOX aumenta cada vez mais chegando a artistas como Jim Ward of Sparta, Claudio Sanchez do Coheed & Cambria e Patrick Stump do Fall Out Boy.

2007

É publicado "VOX Amplifiers, the JMI Years" por Jim Elyea. Dando um passo a frente na área de desenvolvimento de som, a VOX lança os AC50 e AC100 Classic Plus nas versões cabeçote, caixa e combo. A VOX celebra seus 50 anos em design de amplificadores com dois modelos AC15 customizados, o primeiro da nova linha de amplificadores "Heritage Collection".

2008

A definitiva história da marca, "VOX Amplifiers, the JMI Years" por Jim Elyea é lançada.

A linha de guitarras da altíssimo nível VIRAGE é lançada durante o inverno no NAMM show.

A Vox anuncia os trabalhos em parceria com Joe Satriani no desenvolvimento de uma nova linha de pedais de efeitos assinadas por Joe Satriani.

A Vox é introduzida no universo dos softwares de computadores com o lançamento do JAMVOX. Não apenas um modelador de efeitos, o JAMVOX tem um recurso revolucionário que remove o som da guitarra das gravações de CDs e MP3.

A nova VT SERIES subsitui a bem sucedida AD Chrome adicionando mais modelos de amplificadores e efeitos de reverb.

2009

O NAMM show assiste ao lançamento do AC4TV e o amplificador valvulado NIGHT TRAIN enquanto na Musik Messe - Frankfurt: a Vox lança a TONELAB ST.

2010

A última encarnação dos lendários AC15 & AC30 são lançadas juntamente a nova série de guitarras de corpo sólido 33 & 55 e a série de guitarras semi-acústicas 77. Com isso, a Vox mergulha no universo da amplificação acústica.

O design da Vox's Valve Reactor é incorporado na nova série de amplificadores híbridos AC15VR & AC30VR.

O Futuro – Espere e verá!